Crie curiosidade antes de começar
Antes de abrir o livro, mostre a capa, apresente o personagem e incentive as crianças a imaginar o que pode acontecer.
Contar histórias vai muito além de simplesmente ler. É criar curiosidade, emoção, participação e permitir que a criança entre no universo da história.
Pais, professores e educadores podem utilizar pequenas estratégias para aumentar a atenção, estimular a imaginação e fazer com que a criança participe ativamente da narrativa.
Antes de abrir o livro, mostre a capa, apresente o personagem e incentive as crianças a imaginar o que pode acontecer.
Alterne volume, velocidade e entonação. Uma descoberta pode ser narrada lentamente, enquanto uma cena alegre pode ganhar mais energia.
Utilize expressões faciais, movimentos das mãos, postura e contato visual.
Perguntas abertas estimulam interpretação, imaginação, empatia e pensamento crítico.
Crie sons, palavras e gestos que possam ser repetidos pelas crianças ao longo da narrativa.
Não passe rapidamente pelas imagens. Dê alguns segundos para que as crianças observem detalhes.
Alguns segundos de silêncio antes de uma descoberta ajudam a criar expectativa.
Relacione as situações vividas pelos personagens com experiências das próprias crianças.
Depois da história, proponha uma conversa, desenho, brincadeira, dramatização ou atividade criativa.
Depois da leitura, peça para uma criança explicar uma cena ou recontar a história do seu jeito.
Curiosidade + Voz + Expressão + Participação + Imaginação + Emoção
O objetivo não é terminar o livro rapidamente. É fazer a criança entrar na história.
Na história de A Galinha Aurelina e o Tesouro da Amizade, explore principalmente as mudanças emocionais da personagem.
Mostre a alegria quando Aurelina encontra a pepita, o encantamento com a riqueza, a tristeza quando perde tudo e o acolhimento recebido das verdadeiras amigas.
A história termina mostrando que o verdadeiro tesouro não é o ouro, mas aquilo que não pode ser comprado: a amizade verdadeira.
Depois da história, peça para cada criança pensar em algo que considere muito valioso, mas que não possa ser comprado com dinheiro.
Pode ser amizade, família, carinho, brincar, ajudar alguém ou estar perto de quem gosta.